• About
  • Advertise
  • Privacy & Policy
  • Contact
Zap Marabá
  • Início
  • Marabá
  • Ocorrências Policiais
  • Utilidade Pública
  • Emprego
  • Acidente
No Result
View All Result
  • Início
  • Marabá
  • Ocorrências Policiais
  • Utilidade Pública
  • Emprego
  • Acidente
No Result
View All Result
Zap Marabá
No Result
View All Result
Home Brasil

Governo avalia viabilidade de o Brasil criar seu próprio GPS

admin by admin
24 de julho de 2025
in Brasil, Economia
0
Governo avalia viabilidade de o Brasil criar seu próprio GPS
0
SHARES
7
VIEWS
CompartilharCompartilhe no FacebookFaça um tweet

Governo avalia viabilidade de o Brasil criar seu próprio GPS

Um grupo de especialistas vai estudar a viabilidade de o Brasil desenvolver seu próprio sistema de geolocalização por satélite, um empreendimento de altíssima complexidade e custo. Formado por representantes de ministérios, da Aeronáutica, de agências e institutos federais e da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil, o grupo técnico deve diagnosticar as eventuais consequências do país depender de sistemas de posicionamento, navegação e tempo controlados por outras nações.Governo avalia viabilidade de o Brasil criar seu próprio GPSGoverno avalia viabilidade de o Brasil criar seu próprio GPS

O grupo foi criado no início deste mês, por meio da Resolução nº 33, do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro. Assinada pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, Marcos Antonio Amaro dos Santos, a resolução estabelece um prazo de 180 dias, contados a partir de 14 de julho, para que o grupo entregue ao ministro um relatório com suas conclusões e sugestões.

“O grupo ainda está se organizando”, explicou nesta segunda-feira (21), em entrevista à Agência Brasil, Rodrigo Leonardi, diretor de Gestão de Portfólio da Agência Espacial Brasileira (AEB), um dos 14 órgãos e entidades que vão compor o grupo, que poderá convidar representantes de outras instituições aptos a contribuir com os objetivos estratégicos do grupo.

“Vamos procurar entender os gargalos, as dificuldades, os prós e contras de desenvolvermos um sistema destes”, acrescentou Leonardi, destacando a importância dos atuais sistemas de navegação por satélite – dentre os quais, o mais conhecido é o estadunidense GPS (do inglês, Sistema de Posicionamento Global), operado pela Força Espacial dos Estados Unidos.

“No Brasil, historicamente, priorizamos o debate acerca de outros aspectos espaciais, como a necessidade de termos satélites para monitoramento territorial. Agora, vamos discutir se queremos ou não ter nosso próprio sistema de navegação; o investimento necessário para fazê-lo e, se for o caso, a necessidade nacional de ter um sistema global ou um sistema regional, capaz de cobrir todo nosso território. Qualquer que seja o caso, se o país concluir que deve fazer isso, o patamar de investimentos terá que ser muitas vezes maior que o atualmente investido no programa espacial brasileiro”, concluiu Leonardi, admitindo a complexidade da empreitada, que exige capacidade tecnológica para projetar, fabricar e lançar satélites capazes de transmitir, do espaço para a terra, sinais precisos.

Ruído

O grupo técnico foi criado uma semana antes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar que, a partir de 1º de agosto, os produtos brasileiros pagarão uma tarifa de 50% para ingressar em território estadunidense. E duas semanas antes de as redes sociais serem tomadas pelo debate sobre a possibilidade de os Estados Unidos, em caso de uma guerra comercial, desligarem ou restringirem o sinal de seu sistema, o GPS (do inglês, Sistema de Posicionamento Global), para o Brasil.

“Este é um típico caso de ruído surgido nas mídias sociais, capaz de gerar ansiedade. E uma coincidência, porque já vínhamos discutindo o tema há tempos, de maneira que a criação do grupo não teve nenhuma relação com o que aconteceu depois”, afirmou Leonardi.

“Primeiro, porque não houve nenhum comunicado, de nenhuma autoridade norte-americana, sobre a remota possibilidade dos EUA restringirem o uso do GPS no Brasil. Depois porque, mesmo que isso acontecesse – o que seria uma situação muito drástica e improvável – há alternativas ao GPS”, assegurou o diretor da Agência Espacial Brasileira.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

GNSS

Segundo Leonardi, a maioria das pessoas erra ao usar a sigla GPS como sinônimo de GNSS, do inglês Sistema Global de Navegação por Satélite, termo correto para se referir a qualquer conjunto (ou constelação) de satélites usado para fornecer serviços de posicionamento, navegação e temporização global.

“O GPS é o sistema de propriedade dos EUA, mas há outros, globais, como o Glonass [russo]; o Galileo [União Europeia] e o BeiDou [ou BDS], da China. Estes têm cobertura global e podem ser utilizados, inclusive, no e pelo Brasil. E há também algumas nações que possuem sistemas regionais, como a Índia [NavlC] e o Japão [Qzss]”, apontou Leonardi.

“Com isso em mente, é lógico cogitar que, em tese, os EUA poderiam degradar ou até mesmo restringir o sinal de seu GPS para determinadas regiões, mas esta seria uma medida tão drástica que, a meu ver, só se justificaria se a segurança nacional dos EUA estivesse sendo ameaçada”, ponderou o diretor da AEB.

“Primeiro porque as empresas estadunidenses que operam no Brasil, como aplicativos de transporte e de entrega, seriam afetadas. Outras nações também seriam prejudicadas, já que não há como limitar o sinal para todo um território sem afetar países fronteiriços. Fora que isso poderia causar acidentes, por exemplo, na aviação civil, custando vidas, inclusive as de norte-americanos. Para não falar das repercussões comerciais, já que outros países se perguntariam se deveriam continuar confiando no sistema norte-americano ou migrar para outros”, apontou Leonardi.

Multiconstelação

Professor da Universidade de Brasília (UnB), onde coordena o Laboratório de Automação e Robótica (Lara), Geovany Araújo Borges, concorda com a avaliação de que, tecnicamente, os EUA poderiam interromper o sinal do GPS ou mesmo tornar o sistema menos eficaz para uma determinada região, mas não crê que isso venha a ocorrer.

“Se fizessem isso sem aviso prévio, os norte-americanos assumiriam o risco de contrariar seus próprios interesses em território brasileiro”, endossou Borges, acrescentando que boa parte dos sistemas e equipamentos eletrônicos modernos são capazes de receber o sinal de mais de um sistema de geolocalização. De maneira geral, os sinais enviados pelos satélites que integram os diferentes sistemas em operação são captados por receptores embutidos em veículos, aeronaves, espaçonaves, navios, munições guiadas de precisão, aplicativos e telefones celulares, além de equipamentos de monitoramento de uso industrial, civil e militar.

“A maioria dos aparelhos celulares, por exemplo, já é multiconstelação, ou seja, é capaz de receber, automaticamente, o sinal de diferentes sistemas. De forma que, em termos de localização, nossos celulares seguiriam funcionando normalmente se deixássemos de receber o sinal do GPS. A mesma lógica vale para muitos outros sistemas [dependente de serviços de posicionamento, navegação e temporização global]: se o sistema de sincronização for redundante, o impacto será limitado”, disse Borges, defendendo a importância de um país dispor de tecnologias próprias neste setor.

Ele lembra que, independentemente das intenções norte-americanas ou de haver alternativas ao GPS, hoje o Brasil depende de outras nações neste que é um campo estratégico.

“Várias áreas perdem com isso. Não só porque um país independente tem que ter um setor de defesa aeroespacial forte, como porque o desenvolvimento de tecnologias aeroespaciais beneficia outros segmentos, como, por exemplo, a medicina, a indústria e a agropecuária”, comentou o professor, assegurando que o Brasil dispõe de mão de obra qualificada e capacidade de desenvolver, a longo prazo, seu próprio sistema.

“Nosso problema não é RH [recursos humanos]. É dinheiro. Temos pessoal capacitado. A questão é se temos condições de bancar um projeto desta envergadura. Principalmente porque, qualquer coisa neste sentido que comecemos hoje, demorará a vingar. Até mesmo porque alguns países não aceitarão exportar certos componentes essenciais. Então, teremos que, paralelamente, desenvolver nossa indústria de microeletrônica, investir mais em educação básica e assegurar que este projeto seja uma política de Estado. Neste sentido, ainda que tardia, é positiva a criação de um grupo de especialistas para debater o tema”, finalizou Borges.



Agência Brasil

Tags: BrasilCaixaCaixa EconômicaEconomia
Previous Post

CAIXA lança novo empréstimo com juros a partir de 1,32%

Next Post

Nova variante da Covid-19 tem 46 casos confirmados no Brasil

admin

admin

Related Posts

Tesouro paga R$ 1,05 bi em dívidas de estados e municípios em novembro
Brasil

Tesouro paga R$ 1,05 bi em dívidas de estados e municípios em novembro

15 de dezembro de 2025
2
Inflação de 0,18% em novembro faz IPCA voltar para meta do governo
Brasil

Inflação de 0,18% em novembro faz IPCA voltar para meta do governo

15 de dezembro de 2025
4
Inflação que reajusta o salário mínimo fecha em 4,18%
Brasil

Inflação que reajusta o salário mínimo fecha em 4,18%

14 de dezembro de 2025
2
Governo confirma salário mínimo de R$ 1.621 em 2026
Brasil

Governo confirma salário mínimo de R$ 1.621 em 2026

14 de dezembro de 2025
1
CNI projeta crescimento do PIB de 1,8% em 2026
Brasil

CNI projeta crescimento do PIB de 1,8% em 2026

13 de dezembro de 2025
7
Inflação da comida em casa cai 0,2% em novembro, sexto recuo seguido
Brasil

Inflação da comida em casa cai 0,2% em novembro, sexto recuo seguido

13 de dezembro de 2025
4
Next Post
Nova variante da Covid-19 tem 46 casos confirmados no Brasil

Nova variante da Covid-19 tem 46 casos confirmados no Brasil

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Fique Conectado

  • 6.4k Fans
ADVERTISEMENT
  • Trending
  • Comments
  • Latest
Estuprador é obrigado a usar vestido e recebe ‘carinho’ no presídio

Estuprador é obrigado a usar vestido e recebe ‘carinho’ no presídio

11 de dezembro de 2020
Vídeo mostra adolescentes sendo obrigadas a cavar a própria cova

Vídeo mostra adolescentes sendo obrigadas a cavar a própria cova

23 de março de 2021
Marido flagra esposa com amante no motel e filho esperando fora do quarto; veja vídeo

Marido flagra esposa com amante no motel e filho esperando fora do quarto; veja vídeo

15 de dezembro de 2020
Adeus, pacotão! Manu Bahtidão faz cirurgia e reduz “ppka” 

Adeus, pacotão! Manu Bahtidão faz cirurgia e reduz “ppka” 

25 de agosto de 2022

Emprego: Magazine Luiza anuncia instalação de 40 lojas no Pará em 2019

4

Vagas de Empregos Sine Marabá, 09.Set

3
Ex-marido é preso acusado de matar a facadas candidata a prefeita

Ex-marido é preso acusado de matar a facadas candidata a prefeita

3

VAGAS DO SINE DE AMANHA QUINTA-FEIRA (17)

2
Tesouro paga R$ 1,05 bi em dívidas de estados e municípios em novembro

Tesouro paga R$ 1,05 bi em dívidas de estados e municípios em novembro

15 de dezembro de 2025
Inflação de 0,18% em novembro faz IPCA voltar para meta do governo

Inflação de 0,18% em novembro faz IPCA voltar para meta do governo

15 de dezembro de 2025
Inflação que reajusta o salário mínimo fecha em 4,18%

Inflação que reajusta o salário mínimo fecha em 4,18%

14 de dezembro de 2025
Governo confirma salário mínimo de R$ 1.621 em 2026

Governo confirma salário mínimo de R$ 1.621 em 2026

14 de dezembro de 2025

Recent News

Tesouro paga R$ 1,05 bi em dívidas de estados e municípios em novembro

Tesouro paga R$ 1,05 bi em dívidas de estados e municípios em novembro

15 de dezembro de 2025
2
Inflação de 0,18% em novembro faz IPCA voltar para meta do governo

Inflação de 0,18% em novembro faz IPCA voltar para meta do governo

15 de dezembro de 2025
4
Inflação que reajusta o salário mínimo fecha em 4,18%

Inflação que reajusta o salário mínimo fecha em 4,18%

14 de dezembro de 2025
2
Governo confirma salário mínimo de R$ 1.621 em 2026

Governo confirma salário mínimo de R$ 1.621 em 2026

14 de dezembro de 2025
1
Facebook Twitter Google+ Youtube RSS
Zap Marabá

O Site Zap Marabá foi criado com o intuito de dividir experiências e informações com o público Marabaense e de toda a região do Pará. Abordando diversos temas, mas principalmente temas policiais, o site vem conquistando cada vez mais leitores e seguidores nas redes sociais. Dentre os assuntos abordados, podemos destacar, ocorrências policiais, vagas de emprego, saúde, politica etc..

Siga-nos

Categorias

  • Acidente
  • Brasil
  • Cidades Paraenses
  • Concurso
  • Curiosidades
  • Cursos Gratuitos
  • dinheiro
  • Economia
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Eventos
  • Famosos
  • Finanças
  • investimento
  • Marabá
  • Mundo
  • Notícias
  • Notícias de Momento
  • Ocorrências Policiais
  • Pará
  • Paulo Guedes
  • Política
  • Saúde
  • Sem categoria
  • Tecnologia
  • Utilidade Pública
  • Verão
  • Videos

Notícias Quentinhas!

Tesouro paga R$ 1,05 bi em dívidas de estados e municípios em novembro

Tesouro paga R$ 1,05 bi em dívidas de estados e municípios em novembro

15 de dezembro de 2025
Inflação de 0,18% em novembro faz IPCA voltar para meta do governo

Inflação de 0,18% em novembro faz IPCA voltar para meta do governo

15 de dezembro de 2025

© 2018-2020 Zap Marabá - Notícias e Entretenimento - Desenvolvido por E.R Designer.

No Result
View All Result

© 2018-2020 Zap Marabá - Notícias e Entretenimento - Desenvolvido por E.R Designer.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Create New Account!

Fill the forms below to register

All fields are required. Log In

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
WP2Social Auto Publish Powered By : XYZScripts.com

Add New Playlist

Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nosso Política de privacidade e cookies.