Asher Rosinger, pesquisador, percebeu que o desequilíbrio na quantidade ingerida de água pode afetar ainda mais gravemente o nicho de mulheres idosas, atingindo, especificamente, a função cognitiva delas.
O teste aplicado no decorrer da pesquisa buscava medir a velocidade motora, atenção sustentada e memória de trabalho. Nele, o resultado apontava que as pontuações mais baixas puderam ser associadas diretamente a mulheres com os níveis mais baixos de hidratação.
A interferência da quantidade de água ingerida não foi percebida nos homens com a mesma intensidade.
De acordo com a pesquisa, não. Resultados negativos quanto ao desempenho cognitivo também foram encontrados em indivíduos hiper-hidratados.
O desequilíbrio afeta tanto indivíduos jovens quanto os mais velhos. Este último caso merece mais atenção pois o próprio organismo começa a perder um pouco a eficiência. As reservas de água diminuem e os rins se tornam menos eficazes na retenção de líquidos, por exemplo, trazendo à tona a importância da pesquisa.
Além de procurar um médico para achar seu ponto de hidratação ideal, é recomendado fazer exercícios diários que exijam um pouco de pensamento complexo, além de uma boa noite de sono, atividades físicas regulares e controle da taxa diabética.
Esses cuidados associados afetam positivamente não apenas a cognição, mas também a capacidade de concentração e foco a longo prazo, características fortemente afetadas pela baixa ingestão de água.
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